Mostrar mensagens com a etiqueta Inglorious Bastards. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Inglorious Bastards. Mostrar todas as mensagens

18/09/2012

Brad planeia filme sobre o Holocausto

Às voltas com o seu casamento com Angelina Jolie, Brad Pitt está actualmente a trabalhar num projecto baseado no best-seller de Edwin Black, 'IBM e o Holocausto', que conta como a Alemanha nazi conseguiu matar tantos judeus durante a Segunda Guerra Mundial.
O livro é inspirado na história verídica de como o executivo-chefe da IBM, Thomas Watson, entrou em uma aliança estratégica com os nazis em 1933, o que resultou num método de cartões perfurados de triagem através dos dados extraídos por anos dos resultados de censo dos alemães.
Os resultados mostravam ao governo - que era liderado por Adolf Hitler na época - aonde cada judeu vivia na Europa, o que ajudou-os a capturá-los e, então, enviá-los para campos de concentração, onde muitos trabalharam até à morte.
A produtora de Brad, a Plan B, está a comprar o projecto e fontes dizem que ele tem interesse em actuar no filme com o obejctivo de atrair realizadores.
Parece que filmes de guerra são realmente para o ator. Em 2009, Brad Pitt protagonizou "Sacanas Sem Lei", e interpretou o tenente Aldo Raine, que recrutava oito soldados judeus - americanos para uma missão atrás das linhas inimigas.

Créditos: O Fuxico

Continue lendo >>

21/02/2010

Christoph Waltz: "Sacanas sem Lei não teria acontecido sem o Brad Pitt "


Christoph Waltz está convencido de que "Sacanas sem Lei" nunca teria acontecido se Brad Pitt não tive-se aceite participar. Waltz acredita que Brad é responsável por fazer do filme um sucesso.

"Sem Brad este filme provavelmente não teria ido para frente. Brad é uma das maiores estrelas do Mundo. Ele poderia ter recusado a oferta de uma mão amiga, não só ele tem oferecido, ele tem realmente inflamou-lo..." -disse Christoph

Créditos: Angel Jolie

Continue lendo >>

02/02/2010

Nomeados para os Óscares 2010

Já são conhecidos os nomeados para a 82ª edição dos Óscares, que vai ocorrer no dia 7 de Março. "Sacanas sem Lei" recebeu várias nomeações. Vejam a lista completa abaixo.

Melhor Filme
Avatar
The Blind Side
District 9
An Education
The Hurt Locker
Sacanas Sem Lei
Precious
A Serious Man
Up
Nas Nuvens

Actor Principal
Jeff Bridges - Crazy Heart
George Clooney - Nas Nuvens
Colin Firth - A Single Man
Morgan Freeman - Invictus
Jeremy Renner - The Hurt Locker

Actor Secundário
Matt Damon - Invictus
Woody Harrelson - The Messenger
Christopher Plummer - The Last Station
Stanley Tucci - The Lovely Bones
Christoph Waltz - Sacanas Sem Lei

Actriz Principal
Sandra Bullock - The Blind Side
Helen Mirren - The Last Station
Carey Mulligan - An Education
Gabourey Sidibe - Precious
Meryl Streep - Julie & Julia

Actriz Secundária
Penélope Cruz - Nine
Vera Farmiga - Nas Nuvens
Maggie Gyllenhaal - Crazy Heart
Anna Kendrick - Nas Nuvens
Mo'Nique - Precious

Filme de Animação
Coraline
Fantastic Mr. Fox
A Princesa e o Sapo
The Secret of Kells
Up

Melhor Realizador
James Cameron - Avatar
Kathryn Bigelow - The Hurt Locker
Quentin Tarantino - Sacanas Sem Lei
Lee Daniels - Precious
Jason Reitman - Nas Nuvens

Filme Estrangeiro
Ajami - Israel
El Secreto de Sus Ojos - Argentina
The Milk of Sorrow - Peru
Un Prophète - França
The White Ribbon / O Laço Branco - Alemanha

Melhor Banda Sonora
Avatar
Fantastic Mr. Fox
The Hurt Locker
Sherlock Holmes
Up

Melhor Canção
"Almost There", Randy Newman - A Princesa e o Sapo
"Down In New Orleans", Randy Newman - A Princesa e o Sapo
"Loin de Paname", Paris 36
"Take It All", Nine
"The Weary Kind", Crazy Heart

Melhor Argumento Adaptado
District 9
An Education
In The Loop
Precious
Nas Nuvens

Melhor Argumento Original
The Hurt Locker
Sacanas Sem Lei
The Messenger
A Serious Man
Up

Créditos: Blitz

Continue lendo >>

17/01/2010

Tarantino beija troféu por 'Sacanas Sem Lei' em premiação


Quentin Tarantino ficou emocionado ao receber o troféu de Melhor Roteiro Original da premiação Critics' Choice Movie Awards, por seu filme mais recente, "Sacanas Sem Lei", na sexta-feira, 15, em Los Angeles. O realizador subiu ao palco para agradecer o prémio sorridente e até beijou a estatueta.

Créditos: Angel Jolie

Continue lendo >>

30/11/2009

Brad Pitt quer prequelas de «Sacanas sem Lei»

Brad Pitt, Quentin Tarantino e «Sacanas sem Lei» não param de surpreender. Quando se pensava que o filme pouco mais iria render, para além da edição em DVD, eis que Brad Pitt abre caminho para mais sucessos com a marca «Sacanas sem Lei». Em entrevista a um programa de televisão japonês, Brad Pitt anunciou que está a tentar convencer o realizador a fazer prequelas (que antecedem os eventos do primeiro filme) das personagens.

O actor, que estava ao lado de Tarantino, sublinhou que a história poderia render mais dois ou três filmes. Tarantino não se deixou apanhar pelo factor surpresa e terá mostrado alguma receptividade. Mas só se for Brad Pitt, novamente, a protagonizar os filmes. E quando há vontade dos dois lados...

Créditos: Diário IOL

Continue lendo >>

27/11/2009

Inglourious Basterds triagem no Directors Guild of America

Há poucos dias, vimos imagens de Brad primeiro "fora de uma reunião" (como relatou X17online) e depois "a jantar com uma mulher mistério". Isso é o que relatou a agência de paparazzi que na altura não tinha conhecimento de nada. Mas agora sabemos a verdade: o encontro. A Q & A (para nós "perguntas e respostas" em Inglorious Basterds, onde todo o elenco estava cheio) com o Directors Guild América, que se seguiu um jantar - com a mulher misteriosa - com todas as suas pares.

Enfim ...

As fotos não são de muito boa qualidade, feita a partir do público através de Isley Nicole, uma sorte ele estava lá.




Créditos: Angel Jolie

Continue lendo >>

24/11/2009

Brad, uma refeição com alguns "Bastards "

X17online tomou essas fotos do dia 22 de Novembro de um jantar de Brad no restaurante de West Hollywood "El Compadre" com alguns do elenco de Inglorious Bastards, como Quentin Tarantino e Eli Roth.





Créditos: Angel Jolie

Continue lendo >>

05/11/2009

Brad Pitt procurando outra moto depois do acidente

O actor, em Tóquio onde promoveu seu último filme "Inglorious Basterds", disse recentemente estragou sua moto favorita ao tentar escapar de fotógrafos.

"Tive um pequeno acidente", comentou. "Não fiquei machucado, exeto por meu ego. Estava tentando fugir de alguns paparazzi e dei uma ótima história para eles. Era a minha moto preferida, o que é triste".

Pitt, um conhecedor da motocicleta, foi envolvido em um pequeno acidente em Los Angeles no mês passado após uma paparrazzi ele cortou o seu caminho através do tráfego.

O actor revelou que vai procurar a nova mota durante a estadia na capital japonesa. O motivo? "Os melhores fabricantes estão aqui", diz.

Créditos: Angel Jolie

Continue lendo >>

Brad Pitt a promover Inglorious Bastards no Japão










Créditos: Angel Jolie

Continue lendo >>

03/11/2009

Brad chega a Tóquio incognito


Brad Pitt faz visita a Tóquio para marcar o lançamento de Inglorious Basterds no Japão a 5 de Novembro. Agora é oficial, porque temos fotos de Brad caminhando incógnitamente no Aeroporto Internacional de Narita:


Brad Pitt nunca deixa de surpreender. Agora, o ator está num estilo hippie, isso para não falar, nas tranças da barba. Pitt foi apresentado e, no aeroporto de Narita, na cidade de Tóquio, onde o ator viajou para promover o filme Inglorious Bastards. Devido a este novo estilo, o ator conseguiu livrar-se de alguns dos fãs que devido à sua mudança de imagem não reconheceram o ator.



Créditos: Angel Jolie

Continue lendo >>

15/10/2009

Bilheterias de Bastardos Inglórios


Bastardos Inglórios teve a sua estréia nos cinemas brasileiros no último final de semana, e já arrecadou 2.352.154 de reais. Seu público foi de 153.543 pessoas, ficando em segundo lugar no ranking.

Vale lembrar que Bastardos Inglórios foi a melhor estréia do diretor Quentin Tarantino, arrecadando 38.054.676 de dólares somente no primeiro final de semana. Ao total, o filme já conseguiu 118.297.669 de dólares no mundo todo. A produção do filme ficou estimada em 70.000.000 de dólares.

Créditos: Brad Pitt Online

Continue lendo >>

13/10/2009

David Rosenbaum, o rapaz que envelheceu Brad Pitt

A equipe de David Rosenbaum ganhou seu primeiro Oscar poucos meses atrás, pelos efeitos especiais em O Curioso Caso de Benjamin Button (2008), mas não foi essa credencial que o fez causar furor em sua primeira visita ao Brasil. Em seis anos, David passou de estagiário não remunerado a diretor de criação e hoje, aos 28 anos, é uma das lideranças de uma das mais modernas empresas de animação e efeitos visuais de Hollywood, a Digital Domain. Fundado no início dos anos 90, o estúdio conquistou o primeiro dos três Oscar de efeitos especiais com Titanic (1997). "Eu ainda estava no colegial nessa época", diz David, que se considera "um grande nerd". Convidado a palestrar no Pixel Show, evento de arte e design em São Paulo, David falou com exclusividade ao JT sobre cinema, tecnologia e, claro, Brad Pitt.


Estava esperando um senhor de 40 anos, 20 de carreira. Como foi que chegou até aqui?
Todos parecem surpresos com a minha idade (risos). Quando comecei a estagiar, em 2003, não ganhava nada. Eu escutava as conversas dos meus chefes ao telefone com clientes e percebi que eles cobravam novas ideias. Eu ia pra casa e trabalhava naquilo, sem falar pra ninguém. Até que achei que um desenho estava bom e fui mostrar. Eles disseram: 'Ei, você está dentro'.

Como foi seu primeiro filme?
Um dia meu chefe me disse: 'Ei, David Fincher (diretor de O Curioso Caso de Benjamin Button) está vindo aí’. Na hora, gelei: 'Meu Deus, David Fincher aqui?'. Fiquei revirando isso na cabeça mil vezes, pensando: ‘Preciso conhecer esse cara.' E conheci. Zodíaco (2007, de Fincher) foi o meu primeiro trabalho.

Depois de 'Benjamin Button', qual é o grande desafio hoje?
A coisa mais difícil foi fazer o personagem ficar velho de uma forma que parecesse real. Agora, o desafio é fazer o inverso, tornar um ator jovem, para Tron: Legacy (continuação do filme de 1982, previsto para estrear nos EUA em 2010). Jeff Bridges fará o mesmo papel em duas idades diferentes: no presente e há 27 anos.

Por que é mais difícil?
Bom, ninguém viu Brad Pitt velho ainda, então, quando o envelhecemos não há problema se o resultado se não se parecer exatamente com ele. Agora, para rejuvenescer um ator é preciso muito mais cuidado, já que todos se lembram das feições dele. Mas foi só por causa da tecnologia adquirida em Benjamin Button que esse filme se tornou possível.

Os efeitos são o grande trunfo do filme?
O mais interessante é que o roteiro estava por aí havia 15 anos. Steven Spielberg o teve nas mãos antes, assim como Martin Scorsese. Simplesmente não podia ser feito antes por causa da tecnologia. E ninguém quis se aventurar nisso até David Fincher. Fizemos um teste para Paramount e Warner Bros, e eles gastaram US$ 1 milhão nesse teste. Deu certo. Eles acharam que era a coisa mais surpreendente desde O Parque dos Dinossauros (1993).

Como foi ter Brad Pitt no estúdio?
David Fincher adora trabalhar com Brad, então o convidou. Quando mostramos o projeto, Brad perguntou: 'Vocês conseguem fazer isso comigo? Então ok, eu topo.' Simples assim. Ele foi ótimo, confiou totalmente em nós, teve mente aberta. Mas a partir do momento que se tem Brad Pitt, tudo fica mais difícil. Afinal, quantas pessoas você conhece no mundo que não sabem quem é Brad Pitt? (o ator foi filmado interpretando suas falas, e um processo digital transportou expressões faciais a uma animação).

E qual a herança do filme para a indústria?
Benjamin Button mudou a cara do cinema digital. Os atores estão confiando mais em tecnologia. Anos atrás era difícil convencer um astro a interpretar um papel olhando para uma bola de tênis pendurada por um fio, num set coberto de azul. E com a saturação de filmes como Transformers e O dia depois de amanhã, com coisas explodindo, a tecnologia está sendo usada para algo elegante, menor.

É a nova geração dos efeitos?
Esse é o nosso Santo Graal: fazer efeitos visuais imperceptíveis. Se fizermos bem nosso trabalho, você nunca vai saber sequer que o fizemos. E isso é ouro para nós. Afinal, num filme em que você cria uma grande explosão, ou inunda Manhattan, ninguém se pergunta se aquilo é real.

Há algo que não se possa fazer ainda?
Acho que tudo depende de quanto tempo e dinheiro se tem. A tecnologia está aí, então a questão é quanto dinheiro temos para descobrir como fazer. (O orçamento de Benjamin Button passou de US$ 100 milhões).

Então, você trabalha em uma fábrica de sonhos.
Adoro dizer que nós fazemos a mágica do cinema. Levamos um monte de atores para gritar como loucos em um fundo verde. Quando terminamos, há seis gigantes, uma floresta, e dá pra acreditar que aquilo tudo existe.

Deve ser frustrante ir ao cinema e pensar: 'Ah, sei como fizeram isso.' Dá para se surpreender?
Acho que 'me estraguei' quando se trata de filmes. Quando não é bom, fico analisando as cenas. Mas se o filme é bom, te leva além. Você se prende na história, não nos efeitos.

Você não conta isso às pessoas, certo?
Não conto nada, é tudo mágica. Digo que são pessoas apertando milhões de botões (risos). Não, só estou brincando.


Créditos: Estadão.com.br

Continue lendo >>

11/10/2009

Tarantino se encanta com Brad Pitt: 'Uau! Esse cara é muito lindo!'


Quentin Tarantino já filmou com Uma Thurman, Lucy Liu, Rosario Dawson e Rose McGowan. No set de “Bastardos inglórios”, tinha à sua frente a gracinha francesa Mélanie Laurent e a loiraça Diane Kruger. Mas nem os belos azuis da atriz alemã impressionaram tanto o diretor de “Pulp fiction” e “Kill Bill” quanto... Brad Pitt.

“Lembro de um dia, durante as filmagens, quando preparava uma das cenas, olhando pelo visor da câmera, tive uma sensacao de ‘uau!’. Naquele momento, pude imaginar o que Sydney Pollack sentiu quando filmava ‘Jeremiah Johnson’ com Robert Redford. Este cara é muito lindo”, reconheceu o cineasta, rindo, em entrevista a jornalistas internacionais da qual o G1 participou em Los Angeles.

Em “Bastardos inglórios”, filme de espionagem cômico ambientado na Segunda Guerra Mundial que estreia neste final de semana no Brasil, Pitt interpreta o tenente Aldo Raine, líder de um grupo secreto de soldados judeus que têm como missão se vingar dos oficiais nazistas. O longa tem um elenco poderoso, em que se destaca, além das beldades citadas acima, o ator austríaco Christoph Waltz como o vilão Coronel Hans Landa – o papel de um carrasco da SS sarcástico e poliglota lhe rendeu o prêmio de melhor ator no último Festival de Cannes.

Confira abaixo trechos da entrevista com Tarantino:

Pergunta – Ao escrever um roteiro para você mesmo dirigir, você é mais calculista ou espontâneo?
Quentin Tarantino – Não sou muito calculista. Mas como tenho um ego saudável, penso muito no leitor que um dia irá ler o roteiro. Eu o vejo mais como uma obra literária. Às vezes, escrevo coisas que não vão estar no filme, mas que são boas para o roteiro, que ajudam a contar a história. Portanto, para mim, é um trabalho completo: nem precisa do filme, mas é que eu sempre acabo filmando. Outra coisa é que eu consigo visualizá-lo. Não vejo cena a cena, ou os cortes, mas uma obra visual completa.

Pergunta – Os atores falam diversas línguas no filme. Quando escreveu “Bastados inglórios”, você teve receio de que algo ficaria perdido na tradução?
Tarantino
– Não. Eu sei que, em inglês, muitas palavras têm duplo sentindo ou que certas coisas ditas repetitivamente têm uma sonoridade específica. Bem, é claro que alguma coisa deve ter se perdido na tradução, mas quando trabalhei com os tradutores, cada vez que perdíamos um desses aspectos, tentávamos encontrar um substituto em francês e alemão. Eles me davam opções de adjetivos, tipo: o personagem pode dizer o mesmo mas usando estas duas palavras, ambas com o mesmo significado, mas com sonoridade distinta. A língua foi traduzida, mas os diálogos ainda são os meus (risos).

Pergunta – Como surgiu a ideia da história?
Tarantino
– Achei que seria super legal ter um grupo de caras numa missão, durante a Segunda Guerra Mundial. Fazia algum tempo que ninguém rodava uma história destas. E quando comecei a escrever o roteiro, pensei, bem, mas quem são esses caras? Qual é a missão? Foi aí que tive a ideia de ser um grupo de soldados judeus-americanos lutando contra os nazistas, da maneira apache. Não é um filme de briga, é um filme de emboscada, de cilada. Os caras se escondem, agarram os nazistas, os matam, e deixam os corpos lá para os outros verem e ficarem apavorados e começarem a contar a história dos Bastardos. É uma guerra psicológica. Achei que era uma história interessante e original que eu gostaria de ver.

Pergunta – Quais foram as suas referências cinematográficas?
Tarantino
– Não diria que houve um filme específico que tenha me influenciado, mas eu queira que tivesse um estilo “western spaghetti”, mas com iconografia da Segunda Gerra Mundial. Ou os “macaroni combat”, o equivalente japonês ao “western spaghetti”, mas que são filmes de guerra. O que me atrai no estilo, além do humor, que incorporei na história, é o mundo que se apresenta, um lugar brutal, sem piedade, onde a vida não tem valor, não existem lágrimas, e a morte está ali perto, a qualquer segundo. Bem, para mim, parece uma ótima descricao da Europa durante a Segunda Gerra Mundial (risos).

Pergunta – Como foi trabalhar com Brad Pitt?
Tarantino
– Nós sempre quisemos trabalhar juntos. Mas não é assim: “Quer trabalhar com o Brad Pitt?” “Sim, claro, vamos lá.” Não. Precisava encontrar o papel certo para ele. E foi isso que aconteceu aqui. Eu estava já na metade do roteiro quando pensei, bom, quem poderia interpretar Aldo? Brad veio à mente. Depois que pensei nele, não consegui pensar em mais ninguém. Sempre tenho duas, três, até quatro outras opções, mas dessa vez, era só Brad, que considero um ator fantástico. Ele encarnou o personagem. Você fazia uma pergunta para Brad e era Aldo quem respondia. Foi muito legal. Como o cara que criou Aldo, passar os dias com ele, conversar e almoçar com ele, foi fantástico. Na verdade, eu passei meus dias com Aldo, e não com Brad (risos).

Pergunta - Chegou a incomodar o fato dele ser uma celebridade?
Tarantino
- Não. A verdade é que a maioria dos meus diretores favoritos do passado trabalhavam com grandes estrelas. Então, essa ideia me atrai. E eu já trabalhei com várias delas, como por exemplo, o Bruce Willis, em “Pulp fiction”. Mas a diferença para o Brad talvez seja o fato de termos começado nossas carreiras em Hollywood na mesma época. Ele ficou conhecido pelo seu papel em “Thelma e Louise”, e eu estava em pré-produção de “Cães de aluguel”. E, nestes últimos 18 anos, ele cresceu e se tornou essa personalidade icônica do cinema. Sabe, hoje ele pode liderar os Bastardos. Lembro de um dia durante as filmagens, quando preparava uma das cenas, olhando pelo visor da câmera, tive uma sensação de ‘uau!’. Naquele momento, pude imaginar o que Sydney Pollack sentiu quando filmava “Jeremiah Johnson”, com Robert Redford. Este cara é muito lindo (risos).

Pergunta – Vários cineastas estão mudando de película para o formato digital. Qual é a sua opinião a respeito?
Tarantino
- Eles chamam digital? Isso, para mim, é vídeo. Tudo bem se você está gravando uma novela (risos), mas não é para mim. Meu negócio é película. Não vou entrar nessa de digital. Além do mais, sou colecionador de películas em 16 mm e 35 mm. O digital simplesmente não tem a mesma qualidade e, honestamente, a magia se perde quando você grava em vídeo. Quando falamos sobre a magia do cinema, não é uma metáfora, mas uma realidade. Sabemos que não há movimento na imagem cinematográfica, mas que quando projetados [os fotogramas] criam a ilusão do movimento. Para mim, é a magia do cinema.


Créditos: G1 - Globo

Continue lendo >>

08/10/2009

Brad Pitt: "Não há mais espaço para mocinhos no cinema"

O ator diz que só se interessa por papéis que fujam do lugar-comum – como o do aventureiro Percy Fawcett, em um filme que deve trazê-lo ao Brasil no ano que vem
Luís Antônio Giron, de Los Angeles

O ator Brad Pitt, de 45 anos, um dos mais assediados do mundo por jornalistas de escândalo e paparazzi, tem um esquema especial para dar entrevistas: fica isolado e quase inacessível. Pessoalmente, Pitt tem a aparência de um adolescente tardio. Concedeu esta entrevista a ÉPOCA vestido com uma camiseta branca larga, uma calça cáqui e um boné branco. Apesar de estar um pouco mais gordo que o normal, tem a pinta de galã de sempre, dá risadas e é atencioso. Anda pela sala, toma água mineral com gelo e limão e pensa demoradamente em cada pergunta, um traço de temperamento que ele fez questão de levar para o personagem Benjamin Button, que lhe rendeu uma indicação ao Oscar. O sotaque meio arrastado, meio caubói, ele usou para construir o tenente Aldo Raine, protagonista do filme Bastardos inglórios, de Quentin Tarantino.

Aldo é um personagem de comédia, apesar de ambientado num dos maiores dramas coletivos da história. Pitt se sentiu atraído por ele justamente porque é um tipo extraordinário. “Não gosto de fazer o que os outros atores fazem”, diz. “Se é para fazer igual, deixo outros fazer.” Pitt também tem a ambição de fazer diferença em outra área: arquitetura. Está construindo sua casa ideal num terreno em Pasadena, perto de Los Angeles, onde mora com Angelina Jolie e seis filhos (por enquanto). “Minha paixão é construir”, diz. “E quero cada vez mais fazer isso. Projetos de arquitetura me dão alegria.”

Nesta entrevista, feita no 15º andar do hotel Four Seasons de Beverly Hills, Pitt conta como foi trabalhar com diretores visionários, como cria seus papéis e por que quer conhecer o Brasil, em especial a Amazônia. Ele já iniciou a produção do longa-metragem A cidade perdida de Z (The lost city of Z). O filme é baseado no livro homônimo de David Grann sobre o coronel Percy Harrison Fawcett (1867-1925), aventureiro britânico que morreu na selva amazônica caçando tesouros. E adivinhe quem vai interpretar Fawcett? Ele próprio. “Nos vemos no Brasil!”, disse Pitt, ao final da conversa.

ENTREVISTA – BRAD PITT


QUEM É
Nasceu em 18/12/1963, em Shawnee, Oklahoma. Tem 1,80 metro. Desde 2005, vive com Angelina Jolie. O casal tem seis filhos, três adotivos

ONDE ESTUDOU
Formou-se em jornalismo. Estudou arquitetura com Frank O. Gehry

O QUE FAZ
Em 22 anos de carreira, foi indicado duas vezes ao Oscar. É sócio majoritário da produtora Plan B Entertainment


ÉPOCA – Houve um rumor de que você estava no Brasil, no início do ano, filmando as aventuras do Fawcett. É verdade?
Brad Pitt – Não! Quem te disse isso? Nunca fui ao Brasil e estou louco para conhecer o país, em especial a Amazônia. Sei que a vida lá é dura, e a selva está sendo destruída. Ainda não tenho data para viajar. A história de Fawcett é maravilhosa, uma tragédia na selva. Ainda estamos em pré-produção. Devo ir ao Brasil no ano que vem, e o filme não sairá até 2011.


ÉPOCA – Você está em negociações com (o diretor) Fernando Meirelles?
Pitt – Sim, Fernando é um grande amigo meu, e estamos constantemente falando sobre trabalhar juntos. São algumas ideias que ainda não posso revelar. Mas é um velho sonho trabalhar com ele. Um grande diretor.


ÉPOCA – Qual é o filme de Meirelles de que você mais gosta?
Pitt – Gosto da obra toda: Cidade de Deus me impressionou, assim como Ensaio sobre a cegueira. Mas meu filme favorito de Fernando é O jardineiro fiel, porque conta uma história forte em que a indústria dos medicamentos está envolvida. É uma denúncia importante. Além disso, Fernando é um mestre da câmera.


ÉPOCA – Você continua apaixonado por arquitetura e design?
Pitt
– É meu grande barato. Até pouco tempo atrás, meus projetos de casas e objetos serviam como válvula de escape do meu trabalho como ator e produtor. Hoje em dia, estão cada vez mais no centro do meu interesse. Pretendo trabalhar cada vez mais nisso. Tenho um escritório em Los Angeles, com dois sócios, e estamos com vários projetos em andamento.


ÉPOCA – Você conhece a obra de Oscar Niemeyer?
Pitt – Sim, ele já é um clássico da arquitetura, um gênio com quase 102 anos. Adoraria conhecê-lo, quem sabe consigo falar com ele no Brasil. É um dos modelos dos projetos contemporâneos. Tenho alguns projetos para a Espanha, quem sabe eu consiga participar do trabalho mais recente de Niemeyer, que é lá.


ÉPOCA – Você mantém contato com Frank O. Gehry (arquiteto canadense pós-moderno que projetou o Museu Guggenheim de Bilbao)?
Pitt
– Sim, ele é meu amigo e conselheiro. Ontem mesmo estava na cabine de Bastardos Inglórios, foi me prestigiar e batemos um bom papo.


ÉPOCA – Como está a construção de sua casa?
Pitt
– É a casa dos meus sonhos. Trabalho nela quando posso, num terreno aqui perto. Não se trata só de um projeto meu. Desenhei a casa inteira e também toco a obra. Adoro construção. A ideia é dar condições de vida mais confortáveis para a família. Temos seis crianças, e é importante acomodá-las numa casa ampla.



ÉPOCA – A arquitetura o ajudou a fazer cinema?
Pitt
– Sim, principalmente na noção de conjunto e planejamento. Repare em Bastardos inglórios: é um filme arquitetonicamente concebido, com cinco capítulos aparentemente dissociados. Só a noção de conjunto pode revelar sua magia. A composição de um projeto de design ou arquitetura é mais ou menos a mesma que usamos na produção de um filme ou na criação de um personagem. É preciso saber exatamente até onde vai o projeto. No caso de um personagem, é preciso saber se ele se sustenta sozinho (risos).


ÉPOCA – Por que você gosta de personagens excêntricos, como Aldo Raine?
Pitt
– Não gosto de fazer o que outros atores fazem. Se é para fazer igual, deixo que outros façam. Eu me esforço para inovar, ser diferente e buscar papéis que me envolvam. Não suportaria conviver com um personagem banal, tipo galã, por dois ou três meses. Gosto de personagens que me desafiem, que me façam inventar algo, contribuir para a galeria dos tipos humanos.


ÉPOCA – Você parece lutar contra a imagem de superastro e dos papéis que habitualmente os superastros têm. Isso é consciente?
Pitt – Não sei se luto contra. Na realidade, não tenho paciência para o lugar-comum. Se me quiserem, é assim que eu sou. Não adianta criar em cima de mim um galã antigo de cinema, isso, aliás, já passou. Não há mais espaço para mocinhos no cinema. Tudo mudou, até mesmo Hollywood. Hoje querem personagens mais complexos.


ÉPOCA – Qual é seu segredo para criar um personagem?
Pitt – Não tenho segredo. Preciso estudar o roteiro, aprovar a história e me sentir bem com o personagem que vou criar. Em geral, não crio nada, vou é na cola dos diretores. Não tenho essa pretensão de “construir personagens”. O bom roteiro traz tudo o que você precisa para interpretar um papel.


ÉPOCA – Trabalhar com Quentin Tarantino é um processo difícil? Você criou ou improvisou algo? Aquele sotaque de caubói?
Pitt
– Nada disso. O Quentin não quer que ninguém improvise. Ele obriga todo mundo a trabalhar estritamente segundo o roteiro. Eu queria ter improvisado, mas ele não deixou (risos). Aldo está inteirinho no roteiro, em cada fala. Porque tudo é milimetricamente projetado nos filmes de Tarantino. É só seguir.


ÉPOCA – Você riu durante as filmagens?
Pitt – O tempo todo! Trabalhei rindo. Meu personagem é muito engraçado, assim como o filme inteiro.


ÉPOCA – Como você analisa Bastardos Inglórios?
Pitt – É um filme hilariante, que faz com que cenas de escalpo e torturas soem fantásticas. É um Tarantino de primeira ordem, porque nada ali é real ou pretende ser real. É como uma alegoria às avessas: em vez de fazer da resistência ao nazismo uma fábula ou um exemplo edificante para a humanidade, Quentin se vinga dos nazistas numa espécie de filme de propaganda para um público que não existiu nem nunca existirá. É uma fantasia de propaganda, vamos dizer assim, porque ele usa dos mesmos métodos que Joseph Goebbels usou em seus filmes. O resultado é comédia total. Quentin bastardiza a história.


ÉPOCA – Você trabalhou com muitos outros cineastas visionários, como David Fincher, Terry Gilliam e Ridley Scott. Você os escolhe ou é escolhido?
Pitt
– As duas coisas. Cinema é o resultado do projeto de um diretor. Hoje não há como um ator tentar impor sua vontade. Os realizadores são os autores. Daí eu preferir os visionários aos banais. Adorei trabalhar com Tarantino e sou amigo pessoal e vizinho aqui em Hollywood de David Fincher, com quem já fiz três filmes. É deles que tudo deve partir, inclusive as ordens para o elenco. Procuro segui-las o mais fielmente possível.


ÉPOCA – Não ocorrem atritos?
Pitt – Claro, mas nada que não se resolva numa troca de ideias. Procuro mais colaborar que polemizar. Sou um cara pacífico (risos).


ÉPOCA – O que você aprendeu com eles?
Pitt
– Quase tudo o que sei de cinema aprendi com esses diretores. E cada um traz uma contribuição diferente: Terry (Gilliam) abriu as portas do improviso e da beleza das formas e cores. David Fincher me trouxe mundos psíquicos que eu sozinho não poderia imaginar. Quentin Tarantino me ensinou a não dormir durante as filmagens! Ele me proibiu de fazer a soneca de 20 minutos depois do almoço, algo sagrado para mim. Bem, aprendi, mas agora voltei a dormir.


ÉPOCA – O que representou para você interpretar Benjamin Button, além de ter sido indicado ao Oscar pelo papel?
Pitt – Foi um trabalho desafiador e estimulante. David Fincher trabalhou com meu personagem com vários tipos de máscaras feitas com alta tecnologia. E assim eu tinha de me render à disciplina técnica de um lado e, de outro, buscar a verossimilhança em um personagem que rejuvenesce. Mas o que mais me valeu foi a lição de vida do filme: a gente precisa se divertir, amar e fazer coisas de que gosta porque a vida é curta.


ÉPOCA – Você ainda tem alguma ambição como ator, o sonho de atuar no palco?
Pitt
– Atuar é minha vida, uma das coisas de que mais gosto de fazer. Sinto que estou construindo algo para que meus filhos continuem a se orgulhar de mim. Não quero que eles tenham vergonha do que faço. Então me esforço para pegar papéis bacanas. Ainda tenho muita coisa para trabalhar. Quero interpretar papéis que venham a fazer diferença. Papéis cada vez mais ambiciosos, eu diria, se isso não parecesse presunçoso. É engraçado, mas nunca pensei em trabalhar em teatro. Nem quero. Teatro está fora do que faço.


”Quero interpretar papéis que façam diferença. Papéis
ambiciosos, eu diria, se isso não parecesse presunçoso”


ÉPOCA – Por quê?
Pitt – Talvez porque eu não me envolva tanto assim com os personagens como fazem os atores de teatro, aquela forma visceral não é para mim. Sou mais sossegado. Gosto de montar o personagem e vê-lo pronto em um filme. É o suficiente.


ÉPOCA – E como é produzir filmes?
Pitt
– Fascinante. É como trabalhar em um projeto. Eu aposto em desafios. E hoje existe mais oportunidade para quem realiza filmes mais ousados e independentes, como faz minha produtora.


ÉPOCA – Depois de tantos anos trabalhando no show business, o que ainda o irrita e que aspecto melhorou?
Pitt – Nunca briguei em Hollywood nem entrei em confronto com qualquer estúdio. Isso porque tenho consciência da necessidade que os estúdios têm de vender filmes, de conquistar mercados e ganhar público. Então nunca houve de minha parte nenhuma revolta autoral. Sobre as coisas de que não gostava, tratei de conversar. Hoje, com a crise econômica, os estúdios estão mais simpáticos a trabalhos de coprodução. Até porque eles não têm outra opção. Isso tem dado chance a realizadores mais experimentais.


ÉPOCA – Hollywood nunca aprovou atrevimentos estéticos...
Pitt
– É verdade, mas as coisas mudaram. O que está em jogo hoje é o cinema como mercado. Só a inovação e a experimentação podem salvar a indústria. Antigamente, os estúdios davam as costas para isso. Agora, apostam em projetos financeiramente modestos, porém ousados do ponto de vista artístico. O cinema deverá mudar muito nos próximos dois anos. A gente vê superproduções de Hollywood inimagináveis há dois anos.

ÉPOCA – Você disse tempos atrás que se casaria legalmente com Angelina Jolie caso o casamento entre pessoas do mesmo sexo fosse aprovado nos Estados Unidos. Você ainda pensa assim?
Pitt
– Sim, e cada vez mais eu e Angelina vamos falar mais alto e defender os direitos que os seres humanos têm de viver juntos e felizes. Ninguém deve se meter na vida sexual dos outros. Quem sou eu para opinar sobre o amor de outras pessoas? A vida ja é tão difícil sem esse tipo de amarra...


ÉPOCA – Você acredita que o casamento gay será aprovado no governo Obama?
Pitt
– O governo americano deverá encontrar uma instância específica para isso. Talvez pelo Poder Executivo. Obama é uma parte da história. O que vemos hoje nos Estados Unidos é um apelo popular para a aprovação do casamento gay. Estaremos prontos para defender esse direito.


Créditos: Angel Jolie

Continue lendo >>

"Bastardos Inglórios": cinco motivos para assistir ao novo filme de Quentin Tarantino

"Bastardos Inglórios" estreia hoje no Brasil! Brasileiros, vejam 5 motivos para correrem para as salas de cinema para ver o filme.

Famoso por "Pulp Fiction" e "Kill Bill", Quentin Tarantino anda dividindo a crítica com seu novo trabalho. Debochado, desta vez ele voltou seu olhar para a Segunda Guerra Mundial e fez de Hitler, dos americanos e do próprio conflito uma sangrenta piada. Aqui, cinco motivos para você não perder o filme - seja para gostar, seja para detestar.

- Um outro olhar para a Segunda Guerra Mundial: acontecimento mais marcante do século XX, o conflito é desdobrado no roteiro de Tarantino para mostrar que a maldade é relativa. Alemães, americanos e até judeus podem cometer atrocidades. Ninguém é herói.

- Atuações: Diane Kruger prova que melhorou bastante sua atuação desde "Tróia", de 2004, quando coincidentemente também contracenou com Brad Pitt. Em "Bastardos Inglórios" ela convence como a atriz alemã que vira agente dupla para ajudar os americanos. Já Christoph Waltz, que vive o cruel Hans Landa, mostra porque ganhou um prêmio em Cannes, este ano, pelo papel.

- O começo tenso, com cenas fortes de violência como o fuzilamento de uma família inteira de judeus escondidos sob o assoalho de uma casa, vai mudando para um desfecho rocambolesco que remete diretamente aos bangue-bangues italianos. Preste atenção na trilha sonora, ela colabora para isso.

- Os diálogos de Tarantino continuam sendo um dos pontos fortes de seu trabalho. Em uma das cenas, a atriz alemã Bridget von Hammersmark (Kruger) pergunta aos americanos se eles, por acaso, sabem falar algum outro idioma além do inglês. Pura tiração de sarro.

- Brad Pitt, claro: ele vive um caipirão que comanda a tropa de agentes conhecida como Basterd Inglorius. Eles saem barbarizando com quem vem pela frente e Aldo Raine, seu personagem no filme, costuma marcar uma suástica na testa daqueles que deixa vivo. Bronco e afeito à violência, o melhor momento de Aldo é quando ele tenta falar italiano para enganar os nazistas.


Créditos: Marie Claire

Continue lendo >>

20/09/2009

Brad Pitt: "Meus filhos imitam o meu sotaque"


"Handsome!" foi a primeira palavra que Brad Pitt disse numa conferência de imprensa lotada e com medidas de alta segurança. Vestido com camisa azul e usando uma barba (agora com cabelos brancos), o actor estava rindo com o cineasta Quentin Tarantino.

Assim, o actor que interpreta o 'bastardo' Aldo Raine, explicou que "agora eu quero que todos vocês façam no futuro filmes com Quentin" porque, disse ele, "O roteiro foi perfeito para mim." Feito que lembrou dos irmãos Coen, com quem filmou "Burn After Reading".

"Nos dois casos são precisos, tão perfeita que você não quer mudar uma parte do roteiro", ele reconheceu depois de constatar que "gosta de comédias.

"Trabalhando com Quentin tem sido divertido." Ele é pura energia, é difícil dormir, eu realmente gostei. E na sua execução, ele é Deus. Eu sempre aprendo alguma coisa de Deus ".

Tanto assim que a casa de Jolie-Pitt, o filme tem um projecto bastante profundo. "Meus filhos imitam o meu sotaque, do Tennessee, disse ele em referência ao 'nazista' Aldo Raine.

E a estrela já provou que é mais que um menino bonito de Hollywood (embora as mulheres tenham se lembrem dele assim).

"Eu acho que tenho uma carreira interessante, mas sempre procurando algo diferente, personagens bem como o roteiro", disse ele.

Como pai, Brad Pitt disse que a fama "parece que a princípio me confundiu", comentou que "agora é tudo sobre como proteger meus filhos, ter algum tempo para garantir a minha privacidade".

Apenas 25 minutos é o que durou a conferência de imprensa, mas aqui em San Sebastian, todo mundo estava contente de ver Brad Pitt. "Ser um bastardo foi uma brisa", disse finalmente.


Créditos: Brangelina em Espanhol

Continue lendo >>

19/09/2009

Em Festival, Pitt defende privacidade, mas diz gostar da "vida pública"

San Sebastián (Espanha), 18 set (EFE).- O ator americano Brad Pitt, que chegou hoje a San Sebastián, na Espanha, para apresentar seu mais recente trabalho, "Bastardos Inglórios", defendeu em entrevista coletiva seu direito à privacidade, apesar de dizer gostar "do lado público" de sua profissão."

Aproveito a publicidade que me trabalho me rende, mas também gosto de preservar minha vida particular", declarou Pitt, que se apresenta fora da Seção Oficial do Festival Internacional de Cinema da cidade.

Ao lado da mulher, a atriz Angelina Jolie, Pitt afirmou ainda querer "preservar antes de tudo a vida dos filhos, e reservar tempo para estar com eles".

"A princípio, lidar com a popularidade era muito complicado, inclusive era obrigado a me esconder, mas agora é diferente", acrescentou o ator que, levado por seu gosto pela arquitetura, recentemente visitou as obras do Centro Niemeyer de Avilês (no norte da Espanha).

"Bastardos Inglórios", dirigido por Quentin Tarantino, tem previsão de estreia no Brasil para 23 de outubro. O filme apresenta uma visão sarcástica e em tom de faroeste da França ocupada pela Alemanha nazista. Pitt é o tenente Aldo Raine, um militar violento que comanda um grupo de soldados judeus, aos quais encarrega de acabar com o Terceiro Reich.

Créditos: Brad Pitt Online

Continue lendo >>

18/09/2009

Brad Pitt revoluciona San Sebastian

El País:

A chuva parou, entrou um raio de sol e Brad Pitt saiu na frente do hotel Maria Cristina. Pitt encontrou os tópicos. Desse tempo para acompanhá-lo, até que as meninas a quem deu autógrafos defini-lo como um cara legal.

Pitt chegou a apenas 14,40. No aeroporto, deixou o seu jacto privado, que dizem que tem autonomia de 15.000 km e voa em velocidade supersônica. Ele passou cerca de cinco minutos para ser fotografado e amado pelas massas de gente: cerca de 500 pessoas aguardavam a chegada de uma hora mais cedo. Ele deu autógrafos, mas apenas no papel (ele rejeitou-a em um cilindro) e não deu beijos ( "Um pássaro?" Más experiências com outros seguidores?).

Com o bode pior estilo Alatriste barba, o protagonista de Inglorius Bastards estão barricados atrás de uns óculos escuros enormes, vestindo calças e flacidez, jaqueta de couro e boina com uma viseira. Ele andou um lado para outro gritando linha reivindicando sua presença, que sim, boas cercas, separados por pânico, impossível de despejo e quem irá suportar os encargos ainda maior quando Pitt hoje à noite e seu diretor, Quentin Tarantino, ir ao teatro Victoria Eugenia apresentar o seu filme. Na verdade, o cineasta não espere que o seu jogador, e meia hora antes tinha deixado o hotel para o almoço, cumprimentando as massas, mas sem assinar autógrafos. Eles são dois das maiores estrelas que vão visitar o Festival de San Sebastian, na sua 57 edição , que começou com chuva, um filme perturbador (Chloe, Atom Egoyan), e os gritos dos fãs.


Créditos: Brangelina em espanhol

Continue lendo >>

17/09/2009

Tudo definido em San Sebastian para acolher Brad

Informações:

* Brad é esperado amanhã para aderir Tarantino (que já está em Espanha).

* Brad Pitt vai ficar no Hotel Maria Cristina.

* Sua primeira aparição pública será na 18-18:15 no Auditório Kursaal, que será transmitido ao vivo e on-line etb1 ETB.com.

* Embora a abertura do Festival terá lugar às 8 pm, no tapete vermelho de Inglorious Basterds não será até 10 horas, e Brad não comparecer a esta inauguração.

* Pela primeira vez, os fãs espanhóis podem ver no tapete vermelho Brad Pitt.

* A gala de abertura será visto amanhã, na TVE 2 a 8, ao vivo na ETB 1 a partir do 8, na web do festival pode ver a partir do 10.

Créditos: Brangelina em Espanhol

Continue lendo >>

05/09/2009

Brad Pitt e Tarantino abrem Festival de San Sebestián


O realizador e actor já tinham estado juntos para a apresentação do filme durante o festival de Cannes.

Lado a lado, o actor Brad Pitt e o realizador Quentin Tarantino vão abrir o Festival Internacional de San Sebastián, em Espanha, com a apresentação do filme "Sacanas Sem Lei" a 18 de Setembro. Na 57ª edição do festival, o último filme de Tarantino concorre na secção Zabaltegi, em que o público é que escolhe o vencedor. No total, noticia o diário espanhol El País, vão estar em exibição 128 filmes, até 26 de Setembro.

Já a secção oficial do festival será aberta com o filme Chloe, do realizador canadiano Atom Egoyan. E o júri, presidido pelo realizador francês Laurent Cantet, contará com a participação da actriz portuguesa Leonor Silveira, além dos realizadores Bong-Joon-Ho (sul-coreano), John Madden (britânico) e Samira Makhmalbaf (iraniana) e dos actores Daniel Giménez Cacho (mexicano) e Pilar López de Ayala (espanhola).

Na secção oficial, serão apresentados 17 filmes - 15 dos quais, oriundos de 12 países, estarão em competição. Quatro destes filmes irão ainda concorrer ao Prémio Hutxa Novos Realizadores, no valor de 90 mil euros.

Voltando a Tarantino e Sacanas Malditos, a secção em que concorre terá em exibição 15 filmes, mas apenas 14 é que entrarão em competição. De fora fica Whatever Works, de Woody Allen, por pedido expresso do realizador norte-americano.

Outra das distinções a atribuir no festival, o Prémio da Selecção Horizontes, no valor de 35 mil euros, terá a concorrer 13 filmes.

A gala de encerramento desta edição do festival caberá ao filme Mother and Child, do colombiano Rodrigo García.



Créditos: Público

Continue lendo >>

Seguidores

  ©Casal Jolie-Pitt - Todos os direitos reservados.

Template by Dicas Blogger | Topo